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Pensamentos a Nu

Os meus pensamentos mais pessoais ... um pouco de mim ...

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11
Jun08

Amor Proibido III

pensamentos.a.nu

... O amor deles tinha vencido mais uma prova ...

Entre limitações e complicações, eles lá se iam falando, lá se iam encontrando, dando espaço ao amor e à cumplicidade que os unia. E a cumplicidade era muita. Bastava um simples "bom dia" para o outro saber o estado de espírito ... entendiam-se apenas pelo olhar!

No dia que tinham combinado encontrar-se ... ele ligou, mais tarde, a dizer que não podia. Ela ficou desiludida e tratou-o com indiferença. A cumplicidade nem sempre "funcionava" como queriam e por vezes desentendiam-se. Combinaram para o dia seguinte, precisavam falar, esclarecer o que pretendiam um do outro. Mas ela, não acreditava, começava a dar sinais de "casaço" ... ela sabia e tinha certeza dos sentimentos dele mas, tinham que remar os dois para o mesmo lado ... não podia ser só ela a lutar!

A verdade é que ele não falhou ... à hora e no local combinado, lá estava ele, pronto para conversar, para abrir o coração! E, foi mesmo isso que fizeram, sem defenir projectos, colocaram as cartas na mesa. Ela disse-lhe tudo o que sentia, o que pensava... disse-lhe inclusivé que tinha a sensação que todo este amor não duraria muito mais ... iam acabar por se cançarem. Ele, ao contrário, mostrou-se mais confiante, mais esperançoso. Disse-lhe que tinha um caminho traçado, que ia lutar pelo amor dela, por estar junto dela! Nada ficou por dizer, os desejos, as ambições, os medos ... tudo foi dito.

Chegaram (uma vez mais) à conclusão que, o que os unia, só podia de facto ser algo especial para, depois de tantas "trocas e baldrocas" continuarem a identificarem-se um no outro!

Continuaram a falar-se todos os dias, a encontrarem-se de quando em vez ... sentiam que, mesmo assim, um fazia parte da vida do outro, quando se falavam ou se viam, contavam as suas "aventuras" do lufa-lufa do dia a dia, um sabia tudo do outro.

Ela já nem ligava muito quando ele dizia que a determinada hora estáva lá ou ligava, ela dava-lhe sempre um desconto (ele era tramado com os horários), ele bem se esforçava para cumprir mas ela acabava sempre por se rir ... achava melhor levar as coisas assim, na desportiva, sofria menos. Tentava convencer-se a ela própria que não ia stressar, se desse para estarem juntos melhor, se não desse, paciência! E ele, tentava compreender a maneira dela ser, dela falar, dela agir ... esforçava-se para entender que ela não podia ficar "presa" em casa só porque ele não podia sair quando ela podia. Nem sempre conseguiam isso, pois, os estados de espírito nem sempre são os mesmos e nem sempre conseguiam reagir da melhor forma. Uma dessas vezes, foi ela que se "desiludiu" ... ele tinha-lhe dito que estaria a determinada hora, ela deu o tal desconto mas, ele tinha passado o limite. Assim que ele chegou logo percebeu que a sua "linda" não estava nos seus melhores dias, tinha um olhar triste! Sabia que era o causador dessa tristesa. Disse-lhe que nem se iria justificar, provavelmente ela não acreditaria e prometeu-lhe surpreende-la dentro em breve. Ela sorriu como que transmitindo que não acreditava muito mas ia esperar para ver! Ele percebeu o sorriso desconfiado e voltou a dizer-lhe que iria surpreende-la de maneira a ela não duvidar dos sentimentos dele!

 

(continua)

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